quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Nênia para Loukanikos..







Já que agora a Grécia é aqui, este poema novamente.


Nênia para Loukanikos

Caninos cravados
nas pernas de vermes
agora jazem em silêncio.

Argos anárquico
a liberdade nos pelos
na luta
nas ruas
onde gregos em guerra
contra as moedas de novos persas
reinventam as Termópilas.

Quem disse que cão
que late não morde
dirá o quê
sobre cães que se insurgem? 

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